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MDIC lança estudo sobre oportunidades e desafios para a manufatura avançada no país

Criado: Terça, 29 de Novembro de 2016, 16h33 | Publicado: Terça, 29 de Novembro de 2016, 16h33 | Última atualização em Terça, 29 de Novembro de 2016, 16h37

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Documento é resultado de workshops realizados em sete estados com 300 especialistas e vai ajudar o Brasil a criar uma estratégia nacional de manufatura avançada

Brasília (29 de novembro) – Um estudo inédito sobre o futuro da indústria no país foi lançado hoje pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços durante o seminário “Perspectivas de especialistas brasileiros sobre oportunidades e desafios para a manufatura avançada no Brasil”, realizado na sede do CNPq em Brasília. O trabalho, realizado em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), é resultado de workshops realizados em sete estados brasileiros durante este ano, dos quais participaram 300 especialistas em inovação.

Acesso a íntegra do estudo

Segundo o secretário-executivo do MDIC, Marcos Jorge de Lima, que representou o ministro Marcos Pereira no evento, o relatório vai subsidiar a elaboração de uma política brasileira para a manufatura avançada. “O Brasil precisa criar uma estratégia nacional nesta área, haja vista que, nos últimos anos, Alemanha, Estados Unidos e China, entre outros países, já lançaram iniciativas relacionadas ao tema”, disse Marcos Jorge. 

De acordo com o secretário de Inovação e Novos Negócios (SIN) do MDIC, Marcos Vinícius Souza, após o compartilhamento dos dados obtidos, serão buscadas outras contribuições do setor privado e da sociedade civil. “Pesquisamos o que outros países estão fazendo e entendemos que este é um conceito novo e complexo. Em seguida, faremos uma consulta pública para que todos possam opinar”.

4ª Revolução Industrial

Chama-se manufatura avançada, ou 4ª revolução industrial, as mudanças promovidas pelas novas tecnologias que vão transformar a indústria ao longo do século XXI.  Especialistas acreditam que a própria noção do que hoje conhecemos como “fábrica” terá de ser redefinida. A tendência aponta para plantas flexíveis, sustentáveis e ergonomicamente desenvolvidas para “servir” ao homem e atender às expectativas do consumidor e da sociedade. Entre as oportunidades geradas por esta nova fronteira tecnológica estão: aumento da produtividade, redução de custos, economia de energia, aumento da segurança, conservação ambiental, redução de erros, fim do desperdício, transparência nos negócios, aumento da qualidade de vida e customização da oferta em uma escala sem precedentes.

Para elaborar esta estratégia, MDIC e MCTIC organizaram uma força-tarefa composta por parceiros como BNDES, Finep, CNI, ABDI, CNPq, EMBRAPII, Senai, Anpei, e Abimaq, entre outros. “O estudo lançado hoje e que já está disponível nos sites do MDIC e MCTIC é primeira entrega deste esforço conjunto”, afirmou o secretário-executivo.

O relatório traz o que, na opinião dos especialistas que participaram dos workshops, são os desafios e oportunidades em áreas sensíveis e estratégicas como: Convergência e Integração Tecnológica; Desenvolvimento de Cadeias Produtivas; Recursos Humanos; Infraestrutura; e Regulação.

“Sempre em parceria com as Federações das Indústrias, ou outro relevante parceiro local, os encontros que foram realizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina e na Bahia também proporcionaram a constituição de uma rede de integração, articulação e promoção de ações relacionadas ao tema da manufatura avançada que vai continuar gerando resultados positivos”, informou Marcos Jorge. 

Segundo Marcos Jorge, a partir de agora, os técnicos dos MDIC e outros órgãos envolvidos no trabalho irão identificar as potencialidades e as soluções de manufatura avançada que serão demandadas no país no médio e no longo prazos, bem como os possíveis nichos de mercado para saber qual será o nível de preparação tecnológica necessária para cada empresa e setor. “Ciente dos impactos da nova revolução industrial, estamos definindo os caminhos a trilhar neste cenário que nos impõe grandes desafios, mas que também gera oportunidades para os que estiverem preparados”, finalizou o secretário-executivo. 

Após a abertura do evento, do qual também participaram o presidente do CNPq, Mário Neto Borges, e o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, Álvaro Toubes Prata, tiveram início as palestras da chefe de Relações Governamentais do Fórum Econômico Mundial, Helena Leurent - que falou sobre “ A 4ª Revolução Industrial e sua implicação para o futuro da produção” – e do consultor do MDIC/ MCTI/ ITA e Senai SC, Jefferson Gomes – que apresentou o relatório inédito aos participantes do seminário. O evento também foi acompanhado por mais de 400 pessoas, ao vivo, pela via internet.

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