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Secretário Carlos Da Costa reforça compromisso do governo de melhorar o ambiente de negócios

“O que gera emprego é o aumento da produtividade e da competitividade”, disse.

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O secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, reafirmou nesta quarta-feira (18/9) o compromisso do governo de melhorar o ambiente de negócios para que o país continue a gerar emprego.

"Se não fizermos as reformas necessárias e não começarmos a reverter o cenário de aumento de gastos públicos e burocracia para aqueles que querem gerar empregos, o Brasil não vai voltar a crescer", ressaltou o secretário ao participar, pela manhã, do IV Fórum Nacional do Comércio, promovido pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em Brasília.

“O que gera emprego é o aumento da produtividade e da competitividade. São empresas saudáveis, com perspectivas, que farão o Brasil melhorar”, reforçou.

O secretário explicou que a agenda de produtividade do governo tem cinco pilares: o Simplifica, que retira entraves burocráticos do cotidiano das empresas; o Brasil 4.0, que promove a modernização das empresas por meio da adoção de novas tecnologias; o Pro-Mercados, que incentiva a abertura de novos mercados por meio da concorrência e competição empresarial; o Emprega Mais, para qualificação profissional dos trabalhadores; e o Pró-Infra, destinado a estimular o investimento privado em infraestrutura no Brasil.

“Começamos uma nova caminhada em prol da competitividade e da produtividade para gerar empregos no Brasil. Estamos trabalhando por esse Brasil novo e moderno com que todos nós sonhamos. Um país movido pelo empreendedorismo. Um Brasil que sempre existiu, mas que agora precisa florescer”, destacou.

O Fórum
A quarta edição do Fórum Nacional do Comércio promove a troca de informações entre as entidades que representam o varejo brasileiro e fazem parte da União Nacional das Entidades de Comércio e Serviços.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas atua institucionalmente em nome de 500 mil empresas. Juntas, elas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões por ano.

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