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Balança comercial registra superávit de US$ 4,971 bilhões em setembro

Criado: Segunda, 01 de Outubro de 2018, 17h57 | Publicado: Segunda, 01 de Outubro de 2018, 17h57 | Última atualização em Segunda, 01 de Outubro de 2018, 18h48

No ano, vendas ao exterior superam as importações em US$ 42,6 bilhões

Brasília (1º de outubro) - A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,971 bilhões em setembro, resultado de exportações no valor de US$ 19,087 bilhões e importações de US$ 14,116 bilhões. As exportações aumentaram 7,7% e as importações subiram 10,2% em relação a setembro de 2017. Esses números foram divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

“O superávit de quase US$ 5 bilhões em setembro mostra que o comércio exterior brasileiro tem tido um bom desempenho e contribuído de maneira favorável para a atividade econômica brasileira”, analisou o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto.

Em 2018, de janeiro a setembro, o saldo comercial acumulou superávit de US$ 42,648 bilhões, o segundo maior superávit da série histórica brasileira, ficando atrás somente do resultado do ano passado, de US$ 53,258 bilhões em igual período.

Para o secretário, apesar de um saldo comercial menor nestes nove primeiros meses do ano, o Ministério registra aumento de exportações e de importações, o que “representa uma atividade econômica mais forte, que gera mais riquezas, que cria mais empregos e que faz com que o comércio exterior tenha um peso ainda maior para a economia brasileira”.

Destaques do mês

No mês, em relação a igual período de 2017, subiram as exportações de básicos (21,1%) e de semimanufaturados (3%), enquanto caíram as vendas de manufaturados (-4,2%). No grupo dos básicos, aumentaram as vendas principalmente de petróleo em bruto (102,8%), farelo de soja (37,5%), carne bovina (33,1%), soja em grão (19,7%), café em grão (17,7%) e minério de ferro (15,4%).

No grupo dos semimanufaturados, quando comparado com setembro de 2017, cresceram as vendas principalmente de óleo de soja em bruto (644,9%), semimanufaturados de ferro e aço (97,8%), celulose (+28,0%), madeira serrada (26,6%), ferro ligas (+,2%) e ouro em forma semimanufaturada (2,4%).

No grupo dos manufaturados, diminuíram as vendas principalmente de açúcar refinado (-51,1%), veículos de carga (-35,2%), automóveis de passageiros (-29,7%), suco de laranja não congelado (-25,9%), motores e geradores elétricos (-21,7%), aviões (-21,3%) e tratores (-21,3%). Por outro lado, cresceram as exportações de óleos combustíveis (294,7%), partes de motores e turbinas para aviação (233,3%), tubos flexíveis de ferro e aço (205,3%), motores para veículos e partes (31,1%), polímeros plásticos (21,6%) e etanol (17,4%).

No ano

No acumulado de janeiro a setembro, aumentaram as vendas de produtos básicos (12,1%) e de manufaturados (8,8%). Caíram apenas as vendas de semimanufaturados (3,7%). “Alcançamos nossos melhores resultados em volume embarcados para produtos como minério de ferro, soja, farelo e resíduo de soja, óleo bruto de petróleo, tubos de ferro e painéis de fibras de madeira”, listou o secretário.

Com relação à exportação de produtos básicos, houve aumento de receita com petróleo em bruto (32%), farelo de soja (31,8%), soja em grão (19,5%), minério de cobre (16,2%), carne bovina (11,1%), fumo em folhas (2%) e minério de ferro (0,2%).

“O volume de soja exportado até setembro de 2018 já supera todo o volume embarcado no ano passado e é um recorde. Nós exportamos até setembro desse ano 69,2 milhões de toneladas de soja”, destacou Abrão. “E outros quatro produtos tiveram recordes tanto em valor como em quantidade, como a soja, o petróleo bruto, a celulose e o minério de cobre”.

No grupo dos manufaturados, ocorreu crescimento principalmente em plataforma para extração de petróleo (353%), partes de motores e turbinas para aeronaves (101,2%), óleos combustíveis (70,2%), motores para veículos e partes (24,7%) e máquinas para terraplanagem (22,9%).

Dentro dos semimanufaturados, as maiores quedas ocorreram nas vendas de açúcar em bruto (-42,1%), couros e peles (-24,7%), ouro em forma semimanufaturada (-7%) e ferro fundido (-4,3%). Por outro lado, cresceram as vendas de catodos de cobre (44,6%), celulose (35,9%), óleo de soja em bruto (17,6%), madeira serrada (15,8%), semimanufaturados de ferro e aço (13,9%) e ferro-ligas (13,4%).

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