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Brasil e Japão discutem cooperação bilateral

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Representantes do governo brasileiro e do governo japonês se reuniram no MDIC para debater a promoção do comércio exterior, investimentos e a cooperação industrial entre os dois países

Brasília (30 de agosto) - Representantes do governo brasileiro e do governo japonês se reuniram, na tarde desta quarta-feira (30) na sede do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), para discutir a promoção do comércio, investimentos e cooperação industrial entre os dois países. Durante a abertura da IX Reunião do Comitê Conjunto MDIC-METI, o ministro substituto Marcos Jorge de Lima ressaltou a importância dessa parceria. “Brasil e Japão têm economias complementares e é nosso desejo ampliar e aprofundar o relacionamento comercial, industrial, de investimentos e de cooperação técnica”, afirmou.

Segundo Marcos Jorge, o Brasil tem interesse em buscar novas oportunidades conjuntas com o Japão, especialmente nas áreas de eficiência energética, “smart grids”, rotulagem ambiental e carros elétricos. “Nosso desejo é que essas novas iniciativas ocorram num formato programático, ou seja, uma atuação que integre a agenda política de alto nível e do setor privado, para otimizar as ações e objetivos estratégicos de várias instituições, além de calendário de atividades”, disse. Dessa forma ele avalia que “há possibilidade de entrega de mais resultados, com redução de custos“.

O ministro substituto citou dados do comércio bilateral Brasil-Japão que, em 2016,  chegou a US$ 8,1 bilhões. Marcos Jorge lembrou ainda que, em 2011, a corrente de comércio entre os dois países atingiu seu maior patamar que foi de US$ 17 bilhões. “Felizmente, em 2017, iniciamos a reversão da tendência de queda registrada a partir de 2011, já com pequena alta nos dados referentes aos sete primeiros meses do ano”, disse, ressaltando que tem convicção de que “podemos alcançar a essa corrente  novamente”.

Brasil e Japão comercializaram mais de US$ 4,6 bilhões em 2017. Entre janeiro e julho, o Brasil registra superávit  de US$ 644 milhões. As exportações brasileiras somaram US$ 2.664 milhões e importações de produtos japoneses US$ 2.020 milhões. O país ficou em oitavo lugar como destino das exportações brasileiras e também ocupa a oitava posição no ranking de fornecedores para o mercado brasileiro. A avaliação é de que há espaço para ampliar os negócios entre os dois países. 

Cooperação e investimentos

Na reunião, foram discutidos temas relacionados à promoção do comércio bilateral, investimentos em infraestrutura, melhorias no ambiente de investimentos, reforma trabalhista brasileira e o Programa Rota 2030, que é a nova política industrial para o setor automotivo. Também foi debatida a possibilidade de cooperação industrial nas áreas relativas à propriedade intelectual, na cadeia de fornecedores da indústria automobilística, baseada no conceito de manufatura enxuta, e em biocombustíveis. De acordo com o embaixador do Japão no Brasil, Akira Yamada, há 700 empresas japonesas no Brasil e há oportunidades para a instalação de novos negócios no país. 

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