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Balança comercial registra superávit de US$ 1,7 bilhão na quarta semana de junho

No mês, as exportações somam US$ 15 bilhões e as importações, US$ 9,8 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,3 bilhões

Brasília (26 de junho) - Na quarta semana de junho, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,753 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,880 bilhões e importações de US$ 3,126 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 15,154 bilhões e as importações, US$ 9,820 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,334 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 103,081 bilhões e as importações, US$ 68,722 bilhões, com saldo positivo de US$ 34,359 bilhões.

A média das exportações da quarta semana chegou a US$ 975,9 milhões, 4,5% acima da média de US$ 934,1 milhões até a terceira semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (18,8%), por conta de petróleo em bruto, carnes de frango e suína, minério de cobre, minério de ferro e soja em grão; e semimanufaturados (1,1%), em razão de semimanufaturados de ferro e aço, alumínio em bruto, açúcar em bruto, catodos de cobre e celulose.

Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-10,7%), em razão de tubos flexíveis de ferro e aço, veículos de carga, automóveis de passageiros, açúcar refinado, polímeros plásticos e óxidos e hidróxidos de alumínio.

Do lado das importações, houve crescimento de 2,8%, sobre igual período comparativo (média da quarta semana) explicado, principalmente, pelo aumento nos gastos com bebidas e álcool, veículos automóveis e partes, cereais e produtos da indústria da moagem, adubos e fertilizantes e equipamentos mecânicos.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a quarta semana de junho de 2017, houve crescimento de 24,5%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (31,9%) por conta, principalmente, de petróleo em bruto, soja em grão, minério de ferro, carnes bovina e suína e milho em grão;  semimanufaturados (28,7%), por conta de açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ferro fundido e óleo de soja em bruto; e manufaturados (14,2%), por conta de automóveis de passageiros, tubos flexíveis de ferro e aço, veículos de carga, laminados planos de ferro e aço e açúcar refinado.

Relativamente a maio de 2017, houve crescimento de 5,3%, em virtude do aumento na venda de produtos semimanufaturados (13,2%), básicos (6,3%) e manufaturados (1,3%).

Nas importações, a média diária até a quarta semana de junho de 2017 ficou 5,7% acima da média de junho de 2016. Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (204,2%), combustíveis e lubrificantes (63,1%), adubos e fertilizantes (39,6%), plásticos e obras (25,4%), veículos automóveis e partes (24,0%) e equipamentos eletroeletrônicos (16,4%).

Ante maio de 2017, houve crescimento de 11,3%, pelos aumentos em adubos e fertilizantes (68,7%), combustíveis e lubrificantes (33,2%), instrumentos de ótica e precisão (19,1%), equipamentos mecânicos (13,1%) e equipamentos eletroeletrônicos (7,1%).

 

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