Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Competitividade Industrial > Brasil Mais Produtivo
Início do conteúdo da página

Brasil Mais Produtivo

Atualizado em: 18/01/2018.

O Programa Brasil Mais Produtivo (B+P) é uma iniciativa do governo federal que visa aumentar a produtividade em processos produtivos de empresas industriais, com a promoção de melhorias rápidas, de baixo custo e alto impacto. O Programa é coordenado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - MDIC e realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial - ABDI e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos - Apex-Brasil, com a parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - Sebrae e apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES.

Na sua primeira fase, o atendimento completo tem duração de 120 horas e o investimento por empresa é de R$ 18 mil (R$ 15 mil, por empresa, e cada uma delas entra com uma contrapartida de apenas R$ 3 mil, que poderá ser paga com o “Cartão BNDES”). Nesse primeiro momento, os setores elegíveis, em função de sua maior aderência à ferramenta de manufatura enxuta, foram: metalmecânico, vestuário e calçados, moveleiro e de alimentos e bebidas.

O conceito de produtividade na indústria está diretamente associado ao processo produtivo. As falhas, quando corrigidas a tempo, evitam prejuízos. Com o objetivo de aumentar em pelo menos 20% a produtividade das pequenas e médias indústrias participantes, consultores do SENAI foram treinados para aplicação das ferramentas de manufatura enxuta, focada no processo produtivo, que prevê intervenções rápidas, de baixo custo. O aumento da produtividade da indústria é obtido por meio da redução dos sete tipos de desperdícios mais comuns: superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos. Aspectos que merecem destaque nesta iniciativa são a excelente relação custo-benefício e a possibilidade concreta de aferição de resultados.

Estão aptas a participar do programa indústrias manufatureiras de pequeno e médio portes, que tenham entre 11 e 200 empregados e, preferencialmente, estejam inseridas em Arranjos Produtivos Locais (APLs), aproveitando assim a capilaridade, a sinergia e os ganhos de competitividade e de escala que os APLs já dão às empresas para aumentar o resultado esperado setorial e localmente.

As 3 mil vagas dessa fase já estão esgotadas, com 2.832 atendimentos concluídos acumulados até dezembro de 2017, e o restante das empresas já estão em processo de atendimento.

Há expectativa de expansão com novas vagas nessa e em novas metodologias ainda em 2018. Fique atento ao site do Programa, onde será disponibilizada toda informação da expansão: http://www.brasilmaisprodutivo.gov.br/home.aspx#section2

A partir de abril de 2017, o programa começou a ser ampliado com a realização de projetos pilotos em duas novas áreas: eficiência energética, e digitalização e conectividade.

No eixo eficiência energética, será incentivado o uso racional de energia e dos recursos de produção no chão de fábrica. A base das mudanças serão as premissas da ISO 50001, que prevê um melhor uso dos ativos consumidores de energia existentes nas empresas.

No eixo tecnológico, serão aplicadas ferramentas relacionadas à Digitalização e Conectividade. Assim, o Programa buscará enfrentar os desafios da nova revolução industrial, chamada de Indústria 4.0. De uma maneira bastante pragmática e mantendo os fundamentos originais, os consultores aplicarão soluções utilizando plataformas tecnológicas como a inserção de sensores e dispositivos para gerenciamento remoto da produção. Esses mecanismos facilitarão, por exemplo, a tomada de decisão e balanço da linha de produção, permitindo aumento do rendimento e da produtividade e ajustes rápidos dos parâmetros para economia de recursos.

 

 

 

Fim do conteúdo da página