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Balança comercial brasileira: Semanal

 

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

AGOSTO 2017 – 2ª semana

  • RESULTADOS GERAIS

Na segunda semana de agosto de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 873 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,913 bilhões e importações de US$ 3,040 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 6,936 bilhões e as importações, US$ 5,717 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,219 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 133,408 bilhões e as importações, US$ 89,678 bilhões, com saldo positivo de US$ 43,730 bilhões.

  • ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 782,7 milhões, 3,6% acima da média de US$ 755,7 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (+6,5%, de US$ 329,1 milhões para US$ 350,5 milhões, por conta de soja em grãos, petróleo em bruto, fumo em folhas, carne bovina, caulim e outras argilas) e manufaturados (+2,5%, de US$ 283,0 milhões para US$ 290,2 milhões, por conta, principalmente, de automóveis de passageiros, tubos flexíveis de ferro/aço, veículos de carga, óleos combustíveis e óxidos e hidróxidos de alumínio). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-6,4%, de US$ 130,4 milhões para US$ 122,0 milhões, em razão de celulose, açúcar em bruto, catodos de cobre, madeira em estilhas, ferro-ligas e ferro fundido).

Do lado das importações, apontou-se retração de 9,1%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 608,0 milhões sobre a média da 1ª semana, US$ 669,2 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com farmacêuticos, combustíveis e lubrificantes, adubos e fertilizantes, instrumentos de ótica e precisão, equipamentos eletroeletrônicos.

  • ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de agosto/2017 (US$ 770,7 milhões) com a de agosto/2016 (US$ 738,5 milhões), ocorreu crescimento de 4,4%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+8,6%, de US$ 314,1 milhões para US$ 341,0 milhões, por conta, principalmente, de soja em grãos, milho em grãos, carnes bovina, suína e de frango, minério de ferro e minério de cobre) e semimanufaturados (+7,1%, de US$ 117,4 milhões para US$ 125,8 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, celulose, óleo de soja em bruto, couros e peles, açúcar de cana em bruto, madeira serrada ou fendida). Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-0,3%, de US$ 287,9 milhões para US$ 287,0 milhões, por conta de aviões, açúcar refinado, veículos de carga, gasolina, motores e geradores elétricos). Relativamente a julho/2017, houve retração de 13,8%, em virtude da queda nas vendas de produtos manufaturados (-18,4%, de US$ 351,7 milhões para US$ 287,0 milhões) e básicos (-14,4%, de US$ 398,2 milhões para US$ 341,0 milhões), enquanto cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (+1,2%, de US$ 124,2 milhões para US$ 125,8 milhões).

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de agosto/2017, de US$ 635,2 milhões, ficou 13,7% acima da média de agosto/2016 (US$ 558,6 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+63,4%), siderúrgicos (+59,9%), combustíveis e lubrificantes (+28,7%), equipamentos eletroeletrônicos (+23,9%) e veículos automóveis e partes (+12,4%). Ante julho/2017, houve crescimento nas importações de 7,0%, pelos aumentos em bebidas e álcool (+77,5%), cereais e produtos da indústria da moagem (+50,2%), adubos e fertilizantes (+31,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+23,1%), equipamentos eletroeletrônicos (+9,3%).

 

SECEX/DEAEX

14.08.2017

2ª Semana 08 Mês

 

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