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Balança comercial brasileira: Semanal

 

Cronograma de divulgação dos dados preliminares da Balança Comercial Brasileira

Os dados preliminares passam por revisões ao longo das semanas e devem ser desconsiderados após a divulgação consolidada do mês (base de dados estatísticos, Comex Stat, Comex Vis, séries históricas, etc) por não representarem mais a última informação atualizada, conforme descrito no manual de utilização dos dados estatísticos, item “4.7 Dados consolidados e dados preliminares”

Acesse também a Balança Comercial Semanal (novo modelo) com a classificação de produtos por setor de atividade econômica. Leia a notícia sobre o novo modelo.

 

 

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

OUTUBRO 2019 – 2ª semana

  

  • RESULTADOS GERAIS

Na segunda semana de outubro de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 444 milhões e corrente de comércio de US$ 8,043 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 4,244 bilhões e importações de US$ 3,799 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 7,552 bilhões e as importações, US$ 6,781 bilhões, com saldo positivo de US$ 770 milhões e corrente de comércio de US$ 14,333 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 174,757 bilhões e as importações, US$ 140,370 bilhões, com saldo positivo de US$ 34,388 bilhões e corrente de comércio de US$ 315,127 bilhões.

 

  •  ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 848,7 milhões, 2,6% acima da média de US$ 827,0 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos manufaturados (+20,4%, de US$ 253,1 milhões para US$ 304,7 milhões, em razão de gasolina, máquinas e aparelhos para terraplanagem, etanol, óleos combustíveis, automóveis de passageiros) e básicos (+1,1%, de US$ 441,7 milhões para US$ 446,7 milhões, por conta de minério de ferro, minério de cobre, petróleo em bruto, carne bovina, minério de manganês). Por outro lado, diminuíram as vendas de produtos semimanufaturados (-26,3%, de 132,2 milhões para US$ 97,4 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas, ferro fundido, catodos de cobre).

Do lado das importações, apontou-se crescimento de 1,9%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 759,9 milhões sobre a média da 1ª semana, US$ 745,5 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria da moagem, cobre e suas obras, plásticos e obras, papel e obras.

 

  •  ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de outubro/2019 (US$ 839,1 milhões) com a de outubro/2018 (US$ 995,3 milhões), houve queda de 15,7%, em razão da diminuição nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (-18,3%, de US$ 344,8 milhões para US$ 281,7 milhões, por conta de óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação, automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio, tratores); básicos (-13,6%, de US$ 514,5 milhões para US$ 444,5 milhões, por conta de petróleo em bruto, soja em grão, minério de ferro, minério de cobre, minério de manganês) e semimanufaturados (-13,4%, de US$ 130,3 milhões para US$ 112,9 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, celulose, açúcar em bruto, óleo de soja em bruto, couros e peles, madeira serrada ou fendida). Relativamente a setembro/2019, houve queda de 6,0%, em virtude da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-17,9%, de US$ 343,3 milhões para US$ 281,7 milhões) e básicos (-1,2%, de US$ 449,8 milhões para US$ 444,5 milhões), enquanto aumentaram as vendas de produtos semimanufaturados (+13,8%, de US$ 99,2 milhões para US$ 112,9 milhões).

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de outubro/2019, de US$ 753,5 milhões, ficou 2,9% acima da média de outubro/2018 (US$ 732,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com aeronaves e peças (+42,1%), siderúrgicos (+28,2%), equipamentos mecânicos (+21,6%), equipamentos eletroeletrônicos (+8,8%), plásticos e obras (+4,2%). Ante setembro/2019, houve queda de 4,1% nas importações, pela diminuição em farmacêuticos (-33,0%), adubos e fertilizantes (-13,9%), filamentos e fibras sintéticas/artificiais (-9,4%), combustíveis e lubrificantes (-5,2%), químicos orgânicos e inorgânicos (-3,3%).

  SECEX

14.10.2019

 

 

 

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