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Balança comercial brasileira: Semanal

 

Cronograma de divulgação dos dados preliminares da Balança Comercial Brasileira

Os dados preliminares passam por revisões ao longo das semanas e devem ser desconsiderados após a divulgação consolidada do mês (base de dados estatísticos, Comex Stat, Comex Vis, séries históricas, etc) por não representarem mais a última informação atualizada, conforme descrito no manual de utilização dos dados estatísticos, item “4.7 Dados consolidados e dados preliminares”

A partir da Data de 06/04/2020 esta publicação será divulgada exclusivamente no novo modelo. Para maiores detalhes, leia a notícia e a nota metodológica sobre a nova publicação da balança comercial brasileira semanal.

 

  

  

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

FEVEREIRO 2020 – 2ª semana

 

  • RESULTADOS GERAIS

Na segunda semana de fevereiro de 2020, a balança comercial registrou superávit de US$ 684 milhões e corrente de comércio de US$ 6,941 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,812 bilhões e importações de US$ 3,129 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 8,411 bilhões e as importações, US$ 6,624 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,787 bilhão e corrente de comércio de US$ 15,035 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 22,850 bilhões e as importações, US$ 22,799 bilhões, com saldo positivo de US$ 52 milhões e corrente de comércio de US$ 45,649 bilhões.

 

  • ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 762,4 milhões, 17,1% abaixo da média de US$ 919,7 milhões da 1ª semana, em razão da queda nas exportações das três categorias de produtos: semimanufaturados (-43,8%, de 128,6 milhões para US$ 72,3 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, açúcar em bruto); manufaturados (-22,6%, de US$ 326,7 milhões para US$ 252,8 milhões, em razão de óleos combustíveis, tubos flexíveis de ferro ou aço, gasolina, centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, bombas, compressores e ventiladores) e básicos (-5,9%, de US$ 464,5 milhões para US$ 437,3 milhões, por conta de minério de ferro, carnes de frango, bovina e suína, minério de cobre, fumo em folha, café cru em grão).

Do lado das importações, apontou-se diminuição de 10,5%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 625,7 milhões sobre a média da 1ª semana, US$ 699,1 milhões), explicada, principalmente, pela redução nos gastos com equipamentos eletroeletrônicos, farmacêuticos, veículos automóveis e partes, combustíveis e lubrificantes, filamentos e fibras sintéticas e artificiais.

 

  • ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de fevereiro/2020 (US$ 841,1 milhões) com a de fevereiro/2019 (US$ 786,9 milhões), houve crescimento de 6,9%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+13,6%, de US$ 397,0 milhões para US$ 450,9 milhões, por conta de petróleo em bruto, algodão em bruto, carnes bovina, suína e de frango, minério de cobre, desperdícios e resíduos de ferro ou aço) e semimanufaturados (+2,8%, de US$ 97,7 milhões para US$ 100,5 milhões, por conta de ferro fundido, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, zinco em bruto, estanho em bruto). Por outro lado, diminuíram as vendas de produtos manufaturados (-0,8%, de US$ 292,2 milhões para US$ 289,8 milhões, por conta de automóveis de passageiros, aviões, suco de laranja não congelado, partes de motores e turbinas para aviação, máquinas e aparelhos para terraplanagem). Relativamente a janeiro/2020, houve crescimento de 28,1%, em virtude da expansão nas vendas de produtos básicos (+38,0%, de US$ 326,8 milhões para US$ 450,9 milhões), manufaturados (+25,2%, de US$ 231,4 milhões para US$ 289,8 milhões) e semimanufaturados (+2,3%, de US$ 98,2 milhões para US$ 100,5 milhões).

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de fevereiro/2020, de US$ 662,4 milhões, ficou 5,0% acima da média de fevereiro/2019 (US$ 631,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com cobre e suas obras (+71,1%), farmacêuticos (+24,3%), equipamentos mecânicos (+15,2%), plásticos e obras (+10,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (+9,9%). Ante janeiro/2020, houve queda de 9,9% nas importações, pela diminuição em siderúrgicos (-19,0%), equipamentos eletroeletrônicos (-13,6%), equipamentos mecânicos (-8,7%), veículos automóveis e partes (-6,4%), instrumentos de ótica e precisão (-5,5%).

 

SECEX

17.02.2020

 

 

 

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