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Balança comercial brasileira: Semanal

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

JULHO 2017 – 2ª semana

  •  RESULTADOS GERAIS

Na segunda semana de julho de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,323 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,519 bilhões e importações de US$ 3,196 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 8,573 bilhões e as importações, US$ 6,206 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,367 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 116,283 bilhões e as importações, US$ 77,700 bilhões, com saldo positivo de US$ 38,583 bilhões.

  • ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 903,8 milhões, 11,5% acima da média de US$ 810,7 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (+16,9%, de US$ 378,7 milhões para US$ 442,7 milhões, por conta de petróleo em bruto, farelo de soja, caulim e outras argilas, bovinos vivos, fumo em folhas) e manufaturados (+9,6%, de US$ 293,9 milhões para US$ 322,1 milhões, por conta, principalmente, de aviões, óleos combustíveis, máquinas e aparelhos para terraplanagem, óxidos e hidróxidos de alumínio, laminados planos de ferro/aço). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-7,6%, de US$ 126,2 milhões para US$ 116,5 milhões, em razão de celulose, ferro-ligas, ferro fundido, couros e peles, manteiga, gordura e óleo, de cacau).

Do lado das importações, apontou-se crescimento de 6,2%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 639,2 milhões sobre a média da 1ª semana, US$ 602,0 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos e inorgânicos, equipamentos elétricos e eletrônicos, cobre e suas obras.

  • ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de julho/2017 (US$ 857,3 milhões) com a de julho/2016 (US$ 777,5 milhões), ocorreu crescimento de 10,3%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+22,7%, de US$ 334,7 milhões para US$ 410,7 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, soja em grão, carne bovina, minério de cobre) e semimanufaturados (+6,2%, de US$ 114,2 milhões para US$ 121,4 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, óleo de soja em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, celulose e madeira serrada ou fendida). Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-1,4%, de US$ 312,4 milhões para US$ 308,0 milhões, por conta de etanol, gasolina, tubos flexíveis de ferro/aço, suco de laranja não congelado, torneiras, válvulas e partes). Relativamente a junho/2017, houve retração de 9,0%, em virtude da queda nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (-14,8%, de US$ 142,4 milhões para US$ 121,4 milhões), básicos (-10,1%, de US$ 456,7 milhões para US$ 410,7 milhões) e manufaturados (-4,2%, de US$ 321,5 milhões para US$ 308,0 milhões),

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de julho/2017, de US$ 620,6 milhões, ficou 10,9% acima da média de julho/2016 (US$ 559,7 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+76,0%), combustíveis e lubrificantes (+66,9%), plásticos e obras (+24,4%), equipamentos eletroeletrônicos (+19,9%) e veículos automóveis e partes (+11,0%). Ante junho/2017, houve crescimento nas importações de 3,5%, pelos aumentos em equipamentos mecânicos (+18,0%), combustíveis e lubrificantes (+15,4%), siderúrgicos (+11,6%), plásticos e obras (+6,8%) e adubos e fertilizantes (+4,3%).

 

SECEX/DEAEX

17.07.2017

 

2ª Semana 07 Mês

 

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