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Balança comercial brasileira: Semanal

 

 

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

JANEIRO 2018 – 2ª semana

 

  • RESULTADOS GERAIS

Na segunda semana de janeiro de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 983 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 4,120 bilhões e importações de US$ 3,138 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 7,076 bilhões e as importações, US$ 5,581 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,494 bilhão.

  • ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 824,1 milhões, 11,5% acima da média de US$ 738,9 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (+31,1%, de US$ 308,3 milhões para US$ 404,1 milhões, por conta de petróleo em bruto, milho em grão, farelo de soja, minério de manganês, fumo em folhas, trigo em grão) e de semimanufaturados (+8,2%, de US$ 120,0 milhões para US$ 129,9 milhões, em razão de ouro em formas semimanufaturadas, celulose, açúcar em bruto, alumínio em bruto, estanho em bruto e zinco em bruto). Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-5,6%, de US$ 287,1 milhões para US$ 270,9 milhões, em razão, principalmente, de aviões, tubos de ferro fundido, etanol, cabos e fibras sintéticas ou artificiais, tratores, motores e turbinas para aviação).

Do lado das importações, apontou-se crescimento de 2,7%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 627,5 milhões sobre a média da 1ª semana, US$ 610,9 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com adubos e fertilizantes, equipamentos eletroeletrônicos, bebidas e álcool, combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria da moagem.

  • ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de janeiro/2018 (US$ 786,2 milhões) com a média de janeiro/2017 (US$ 677,6 milhões), houve crescimento de 16,0%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (+19,5%, de US$ 232,8 milhões para US$ 278,1 milhões, por conta de torneiras, válvulas e partes, motores e turbinas para aviação, tubos flexíveis de ferro/aço, aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, máquinas e aparelhos para terraplanagem), básicos (+17,2%, de US$ 308,5 milhões para US$ 361,5 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, milho em grão, soja em grão, algodão em bruto, carne bovina e minério de manganês) e semimanufaturados (+6,3%, de US$ 118,1 milhões para US$ 125,5 milhões, por conta de celulose, produtos semimanufaturados de ferro/aço, ferro fundido, ferro-ligas, catodos de cobre e alumínio em bruto). Relativamente a dezembro/2017, houve retração de 10,6%, em virtude da queda nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (-23,6%, de US$ 364,1 milhões para US$ 278,1 milhões), semimanufaturados (-4,4%, de US$ 131,2 milhões para US$ 125,5 milhões) e básicos (-0,6%, de US$ 363,7 milhões para US$ 361,5 milhões).

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de janeiro/2018, de US$ 620,1 milhões, ficou 11,8% acima da média de janeiro/2017 (US$ 554,4 milhões). Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (+56,7%), veículos automóveis e partes (+43,4%), siderúrgicos (+32,4%), plásticos e obras (+32,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (+26,6%). Ante dezembro/2017, as importações decresceram 1,5% por conta de adubos e fertilizantes (-53,7%), combustíveis e lubrificantes (-28,2%), farmacêuticos (-27,7%), bebidas e álcool (-22,8%), instrumentos de ótica e precisão (-8,4%).

 

SECEX/DEAEX

15.01.2018

 

2ª Semana 01 Mês

 

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