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Balança comercial brasileira: Semanal

 

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

SETEMBRO 2018 – 2ª semana

 

  • RESULTADOS GERAIS

Na segunda semana de setembro de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,265 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,544 bilhões e importações de US$ 4,280 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,535 bilhões e as importações, US$ 7,174 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,361 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 168,439 bilhões e as importações, US$ 128,400 bilhões, com saldo positivo de US$ 40,038 bilhões.

  • ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 1,109 bilhão, 11,2% acima da média de US$ 997,6 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (+44,1%, de US$ 407,7 milhões para US$ 587,5 milhões, por conta de petróleo em bruto, farelo de soja, minério de cobre, milho em grãos e bovinos vivos). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-20,1%, de 177,3 milhões para US$ 141,7 milhões, por conta de celulose, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, zinco em bruto, couros e peles, madeira serrada ou fendida) e manufaturados (-10,5%, de US$ 407,9 milhões para US$ 364,9 milhões, em razão de chocolate e preparações alimentícias com cacau, automóveis de passageiros, tratores, motores e turbinas para aviação, autopeças, motores para automóveis).

Do lado das importações, apontou-se aumento de 18,3%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 855,9 milhões sobre a média da 1ª semana, US$ 723,5 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, adubos e fertilizantes, químicos orgânicos e inorgânicos, filamentos e fibras sintéticas e artificiais, farmacêuticos.

  • ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de setembro/2018 (US$ 1,059 bilhão) com a de setembro/2017 (US$ 933,0 milhões), houve crescimento de 13,6%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+18,9%, de US$ 426,9 milhões para US$ 507,6 milhões, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, carnes bovina, suína e de frango, farelo de soja, bovinos vivos, soja em grãos); manufaturados (+11,4%, de US$ 344,6 milhões para US$ 384,0 milhões, por conta de motores e turbinas para aviação, tubos flexíveis de ferro/aço, partes de motores e turbinas para aviação, óleos combustíveis, chocolate e preparações alimentícias com cacau) e semimanufaturados (+9,2%, de US$ 144,2 milhões para US$ 157,5 milhões, por conta de celulose, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, zinco em bruto, madeira serrada ou fendida). Relativamente a agosto/2018, houve crescimento de 8,0%, em virtude do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (+71,1%, de US$ 92,0 milhões para US$ 157,5 milhões) e básicos (+11,7%, de US$ 454,3 milhões para US$ 507,6 milhões); enquanto caíram as vendas de produtos manufaturados (-10,0%, de US$ 426,6 milhões para US$ 384,0 milhões).

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de setembro/2018, de US$ 797,1 milhões, ficou 18,2% acima da média de setembro/2017 (US$ 674,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+71,2%), combustíveis e lubrificantes (+51,1%), siderúrgicos (+50,1%), veículos automóveis e partes (+48,1%) e equipamentos eletroeletrônicos (+4,9%). Ante agosto/2018, houve queda nas importações de 2,4%, pelas diminuições em cobres e suas obras (-25,5%), bebidas e álcool (-23,8%), leite e derivados (-13,0%), farmacêuticos (-6,7%) e combustíveis e lubrificantes (-2,9%).

 

SECEX/DEAEX

17.09.2018

 

2ª Semana 09 Mês

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