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Balança comercial brasileira: Semanal

 

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

SETEMBRO 2017 – 3ª semana

 

  • RESULTADOS GERAIS

Na terceira semana de setembro de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,080 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,550 bilhões e importações de US$ 3,470 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,108 bilhões e as importações, US$ 6,654 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,454 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 155,050 bilhões e as importações, US$ 104,491 bilhões, com saldo positivo de US$ 50,560 bilhões.

  • ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 3ª semana chegou a US$ 910,0 milhões, 0,2% abaixo da média de US$ 911,6 milhões até a 2ª semana, em razão da queda nas exportações de produtos manufaturados (-19,1%, de US$ 375,9 milhões para US$ 304,1 milhões, em razão, principalmente, de aviões, óleos combustíveis, motores e turbinas para aviação, óxidos e hidróxidos de alumínio, suco de laranja não congelado). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (+25,6%, de US$ 123,7 milhões para US$ 155,4 milhões, em razão de celulose, semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, alumínio em bruto) e de produtos básicos (+7,5%, de US$ 402,0 milhões para US$ 432,4 milhões, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de soja, soja em grãos, carnes salgadas).

Do lado das importações, apontou-se crescimento de 9,0%, sobre igual período comparativo (média da 3ª semana, US$ 694,1 milhões sobre média até a 2ª semana, US$ 636,7 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com siderúrgicos, plásticos e obras, químicos orgânicos e inorgânicos, combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos e veículos e partes.

  • ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de setembro/2017 (US$ 910,8 milhões) com a de setembro/2016 (US$ 752,4 milhões), houve crescimento de 21,1%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+33,5%, de US$ 312,4 milhões para US$ 417,2 milhões, por conta, principalmente, de soja em grãos, milho em grãos, minério de ferro, carnes bovina e de frango, petróleo em bruto), manufaturados (+16,4%, de US$ 292,1 milhões para US$ 340,0 milhões, por conta de automóveis de passageiros, torneiras, válvulas e partes, óxidos e hidróxidos de alumínio, máquinas e aparelhos para terraplanagem, motores e turbinas para aviação) e semimanufaturados (+7,4%, de US$ 129,9 milhões para US$ 139,6 milhões, por conta de celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido, madeira serrada ou fendida). Relativamente a agosto/2017, houve crescimento de 7,6%, em virtude do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (+15,0%, de US$ 121,4 milhões para US$ 139,6 milhões), manufaturados (+7,6%, de US$ 315,9 milhões para US$ 340,0 milhões) e básicos (+6,9%, de US$ 390,3 milhões para US$ 417,2 milhões).

Nas importações, a média diária até a 3ª semana de setembro/2017, de US$ 665,4 milhões, ficou 16,6% acima da média de setembro/2016 (US$ 570,8 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+32,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (+32,0%), equipamentos eletroeletrônicos (+31,5%), veículos automóveis e partes (+20,4%) e equipamentos mecânicos (+17,4%). Ante agosto/2017, houve crescimento de 10,3%, pelo aumento em siderúrgicos (+39,0%), químicos orgânicos e inorgânicos (+27,6%), equipamentos mecânicos (+24,8%), plásticos e obras (+20,6%) e equipamentos eletroeletrônicos (+10,4%).

 

SECEX/DEAEX

18.09.2017

 

 

3ª Semana 09 Mês

 

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